até..

para morrer apenas é necessário estar-se vivo. é verdade e todos os dias há fatalidades que nos mostram que nao há justificações possíveis para o injustificável. não há calmia para a revolta nem amabilidade em certas frustrações. estas sim, para mim são das maiores guerras que o universo têm. a enorme injustiça da morte. da morte aos 35 anos. custa demais dizer adeus a uns olhos tão lindos e uma alma tão iluminada. então insisto e não digo adeus, mas até breve, ou então até sempre.

Comentários

sahara disse…
não sei e acho que nunca se aprende a lidar "bem" com estas coisas. mexe-nos a ausência de alguém querido e esse amor não tem idade.

até sempre fica tão bem :)

beijo e abraço de força [ ] <3 **
J.G. disse…
Visita, a poesia aliada à senhora Loba.



http://mmeloup.wordpress.com/
J.G. disse…
As pessoas não se perdem. E esse é o verdadeiro ensinamento de cada um. Quando eu morrer quero deixar a minha pequena lembrança, recordação ou lição de vida a alguém. Seja aos 100 anos, com a lição de que consegui contar o século passado às gerações, seja aos 20 anos, com a lição que um segundo basta.

Acredito que haja essa transmissão de lições, inconscientemente.
Ruas disse…
gostei muito, escreves muito bem e este princpalmente está muito sentido :) continua miuda *

Mensagens populares