
Podes proteger-te todos os dias, mesmo que não em todos os segundos. É possível. Podes recuar. Podes relativizar. Podes evitar. Podes racionalizar. E chega o dia em que o coração acelera desmedidamente e a protecção acaba. E aí é quebrada a linha demasiadamente ténue entre a paixão e a razão.
E não há nada a fazer.
Não se pode proteger um coração apaixonado.
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