Palhaçadas do destino - a quebra da rotina
Não têm nunca a sensação de que o vosso universo é igual todos os dias? Os mesmo horários, as mesmas caras, as mesmas atitudes, enfim, a dita chamada e aclamada rotina. É algo com que não me consigo identificar, por mais que tente submeter-me à corriqueira ideia de que a "a vida é mesmo assim. é a vida de adulto". Epah, lamento, mas nao dá.
Ontem soltou-se o grito de liberdade que me aguardava. Fui ao terraço do Clube Ferroviário com o Carlos com a intenção de quebrarmos as nossas rotinas (enquanto colocavamos a conversa em dia sobre as novidades e as não-novidades das nossas vidas), e de ir ver um contador de história são-tomense acompanhado por um músico. Algo de diferente seria com certeza. Interessante também. Mas para quebrar ainda mais a rotina e os planos, os barmen trocaram-nos as certezas e proclamaram uma mudança de horário - meia noite. E decidimos que em véspera do último dia de trabalho da semana (sempre cansativo) não poderíamos ficar (o dito ataque de consciência laboral) para ver, contudo resolvemos beber algo.
Entre comentários, trocas de impressões e partilhas encontrámos o Diogo e depois o amigo do Diogo (que me perdoe por não me lembrar do nome dele) e ainda o outro Diogo. Os Diogos trabalharam ambos no Evoé, um dos Diogos como professor e o outro na produção dos espectáculos e como aluno. E entre as tipicas conversas do "o que é que estás a fazer agora?" e as perguntas sobre o restante pessoal, houve de novo a partilha comum do sentimento de ser artista. E da arte de lutar. E sobretudo da arte de concretizar.
Chamem-lhes [nos] "actores", artistas ou palhaços.
Em palco tudo é permitido.
Em palco somos [sou] livre.
Ontem soltou-se o grito de liberdade que me aguardava. Fui ao terraço do Clube Ferroviário com o Carlos com a intenção de quebrarmos as nossas rotinas (enquanto colocavamos a conversa em dia sobre as novidades e as não-novidades das nossas vidas), e de ir ver um contador de história são-tomense acompanhado por um músico. Algo de diferente seria com certeza. Interessante também. Mas para quebrar ainda mais a rotina e os planos, os barmen trocaram-nos as certezas e proclamaram uma mudança de horário - meia noite. E decidimos que em véspera do último dia de trabalho da semana (sempre cansativo) não poderíamos ficar (o dito ataque de consciência laboral) para ver, contudo resolvemos beber algo.
Entre comentários, trocas de impressões e partilhas encontrámos o Diogo e depois o amigo do Diogo (que me perdoe por não me lembrar do nome dele) e ainda o outro Diogo. Os Diogos trabalharam ambos no Evoé, um dos Diogos como professor e o outro na produção dos espectáculos e como aluno. E entre as tipicas conversas do "o que é que estás a fazer agora?" e as perguntas sobre o restante pessoal, houve de novo a partilha comum do sentimento de ser artista. E da arte de lutar. E sobretudo da arte de concretizar.
Chamem-lhes [nos] "actores", artistas ou palhaços.
Em palco tudo é permitido.
Em palco somos [sou] livre.
E sinto tanta falta disso.


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